Fortunas debaixo do colchão: europeus ainda têm reservas em francos e marcos
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O euro foi introduzido há 15 anos mas o equivalente a mais de 15 bilhões de euros em notas e moedas desatualizadas não foi trocado pela moeda única

O equivalente a mais de 15 bilhões de euros em notas e moedas desatualizadas – como escudos, pesetas, liras, etc. – não foi entregue e trocado por euros. Pouco menos de metade desses tesouros da zona euro estão escondidos na Alemanha e cerca de um terço do total já não tem valor, na medida em que 12 bancos centrais abandonaram o dever de resgate de moeda e o prazo para trocar notas expirou na França, Itália, Finlândia ou Grécia.

Felizmente para os alemães não há necessidade de se apressarem – o Bundesbank, banco central do país, avançou que irá trocar “quantias ilimitadas” de marcos alemães “indefinidamente” – enquanto o Banco de Portugal, por sua vez, deixou de aceitar moedas de escudos no final do mesmo ano em que o euro foi adotado no país (2002), o que retirou todo o valor a 48% dos escudos que ainda existem.

A realidade é que os prazos para a troca de moeda foram uma fonte de aborrecimento para alguns residentes da zona euro que perderam a hipótese de trocar as suas fortunas. O Banco de Itália foi condenado a resgatar o equivalente a 2,5 milhões de euros em liras, no ano passado, depois de indivíduos se terem queixado junto do tribunal constitucional do país de que o banco central tinha antecipado subitamente o prazo para troca de moeda em três meses em 2011.

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